domingo, 24 de maio de 2009

Bordas Fora: Mostra de Cinema de Bordas em Juiz de Fora

De 27 a 29 de maio de 2009, a Universidade Federal de Juiz de Fora organiza no Museu de Arte Murilo Mendes (Rua Benjamin Constant 790, Centro), por meio de sua Pró-Reitoria de Cultura e do Instituto de Artes e Design, o evento Bordas Fora, o qual compreende uma mostra de “Cinema de Bordas” e duas mesas-redondas com integrantes do grupo de pesquisa Formas e Imagens na Comunicação Contemporânea - conhecido como o “Grupo das Bordas”.

O Bordas Fora traz para o MAMM filmes e vídeos exibidos nas mostras Nas Bordas do Cinema Brasileiro, realizada na Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo, entre os dias 27 e 30 de maio de 2008, e Cinema de Bordas, oferecida pelo Instituto Itaú Cultural, em São Paulo, de 22 a 26 de abril deste ano. O público juizforano terá a oportunidade de conhecer o trabalho de realizadores novos ou veteranos espalhados por todo o Brasil, guiados como zumbis por um desejo incontrolável de fazer cinema, ainda que com equipamentos precários, baixo orçamento e atores não-profissionais. São nomes como Francisco Caldas de Abreu Jr, Felipe Guerra, Joel Caetano, Tiago Belotti, Manoel Loreno, Dimitri Kozma, Leandro Vieira, Rodrigo Brandão, C. Perina C., Manoel Freitas, Junior Castro e Adilamar Halley Seja mineiro, paulista, gaúcho, paranaense, catarinense, capixaba, brasiliense ou manauara, todo cineasta “de bordas” exerce, cada um a sua maneira, a arte de um “cinema de guerrilha”.

“Cinema de Bordas” é um conceito criado pela professora e pesquisadora Bernadette Lyra, coordenadora do Mestrado em Comunicação da Universidade Anhembi Morumbi (UAM), em São Paulo. Diz respeito a uma produção audiovisual “subterrânea”, paralela, quase sempre marginalizada, muitas vezes trash. Bernadette lidera o grupo de pesquisa Formas e Imagens na Comunicação Contemporânea, que reúne pesquisadores de diversas regiões do Brasil, dedicados ao mapeamento crítico dessa produção audiovisual circulante à margem dos circuitos e aparelhos de distribuição/exibição institucionalizados. Esse trabalho permite contato com aplicações de linguagem e de tecnologia muito interessantes no que tange a uma paracinematografia nacional, e já rendeu dois livros lançados pela editora A Lápis, bem como artigos em periódicos científicos, mostras de cinema e vídeo e participações em congressos nacionais e internacionais. Integram o grupo de pesquisa os professores Gelson Santana (UAM), Laura Cánepa (UAM), Rogério Ferraraz (UAM), Rosana Soares (USP), Zuleika Bueno (Universidade Estadual de Maringá), Lúcio Reis (Faculdade de Educação e Estudos Sociais de Lambari) e Alfredo Suppia (IAD-UFJF).

PROGRAMAÇÃO BORDAS FORA: CINEMA DE BORDAS EM JUIZ DE FORA

27/5 quarta-feira

19h Abertura
Apresentação do evento, exibição dos filmes:
A Dama da Lagoa (dir.: Francisco Caldas de Abreu Jr., 1997, VHS, Pedralva/MG, 20min.)
Era dos mortos (dir.: Rodrigo Brandão, 2007, MiniDV, Santos Dumont/MG, 42min.)
Local: auditório do MAMM

20h30 Conversa com o diretor Rodrigo Brandão
Local: auditório do MAMM

28/5 quinta-feira

16h conversa com pesquisadores no bosque do IAD
Local: IAD – UFJF

17h30 sessão “Toma que o Filho é Teu”
O Incrivelmente Estranho Ataque do Super-Homem com Cérebro de Bolha Assassina que Veio do Espaço Sideral (dir: Leandro Vieira, 1998, VHS, Rio Grande/RS, 16min.)
Outra Meta (dir. C. Perina C., 1975, Super-8, Campinas/SP, 10 min.)
Horror Capiau (dir.: Dimitri Kozma, 2007, MiniDV, São Paulo/SP, 9min.)
Mistério na Colônia (dir. Felipe M. Guerra, 2007, VHS, Carlos Barbosa/RS, 13 min.)
Local: IAD - UFJF

18h30 mesa-redonda Cinema de Bordas
Participantes: Profa. Dra. Bernadette Lyra (UAM) e Prof. Dr. Gelson Santana (UAM)
Mediação: Prof. Dr. Alfredo Suppia (IAD – UFJF)
Local: auditório do IAD - UFJF

20h30 exibição de filme
Rambú III: O rapto do Jaraquí Dourado (dir.: Manoel Freitas, Junior Castro e Adilamar Halley, 2007, VHS, Manaus/AM, 32min.)
Local: auditório do IAD - UFJF

29/5 sexta-feira

16h exibição de longa
A Capital dos Mortos (dir.: Tiago Belotti, 2008, MiniDV, Brasília/DF, 87min.)
Local: auditório do MAMM

18h sessão “Gritos e Sussurros”
Minha Esposa é um Zumbi (dir.: Joel Caetano, 2006, MiniDV, São Paulo/SP, 24min.)
Loreno contra o Espantalho Assassino (dir.: Manoel Loreno, 1989, VHS, Mantenópolis/ES, 60min.)
Local: auditório do MAMM

19h30 mesa-redonda Cinema de Horror
Participantes: Profa. Dra. Laura Cánepa (UAM), Prof. Dr. Rogério Ferraraz (UAM), Prof. Lúcio Reis (Faculdade de Educação e Estudos Sociais de Lambari)
Mediação: Prof. Dr. Alfredo Suppia (IAD – UFJF)
Local: auditório do MAMM

Filmes:
1. A Dama da Lagoa (dir.: Francisco Caldas de Abreu Jr., 1997, VHS, Pedralva/MG, 20min.)
2. Era dos mortos (dir.: Rodrigo Brandão, 2007, MiniDV, Santos Dumont/MG, 42min.)
3. O Incrivelmente Estranho Ataque do Super-Homem com Cérebro de Bolha Assassina que Veio do Espaço Sideral (dir: Leandro Vieira, 1998, VHS, Rio Grande/RS, 16min.)
4. Loreno contra o Espantalho Assassino (dir.: Manoel Loreno, 1989, VHS, Mantenópolis/ES, 60min.)
5. Outra Meta (dir. C. Perina C., 1975, Super-8, Campinas/SP, 10 min.)
6. Horror Capiau (dir.: Dimitri Kozma, 2007, MiniDV, São Paulo/SP, 9min.)
7. Minha Esposa é um Zumbi (dir.: Joel Caetano, 2006, MiniDV, São Paulo/SP, 24min.)
8. Mistério na Colônia (dir. Felipe M. Guerra, 2007, VHS, Carlos Barbosa/RS, 13 min.
9. A Capital dos Mortos (dir.: Tiago Belotti, 2008, MiniDV, Brasília/DF, 87min.)
10. Rambú III: O rapto do Jaraquí Dourado (dir.: Manoel Freitas, Junior Castro e Adilamar Halley, 2007, VHS, Manaus/AM, 32min.)

quinta-feira, 14 de maio de 2009

4º FESTIVAL CURTA FANTÁSTICO (CINEFANTASY)

Release

ABERTURA DE INSCRIÇÕES DO 4º FESTIVAL CURTA FANTÁSTICO (CINEFANTASY)

“Quem sonha de dia tem consciência de muitas coisas
que escapam a quem sonha só de noite.”

Edgard Allan Poe

O cinema é conhecido como a fábrica de sonhos, uma máquina que produz todo o extraordinário da mente humana e o transporta para a realidade quase palpável das grandes telas. Mas esse portal entre o mundo da imaginação e o da realidade só encontra sua plenitude no gênero fantástico, onde criaturas mágicas e mundos distantes se materializam diante dos olhos do público.

Para exaltar esse segmento do cinema acontece em novembro, na cidade de São Paulo, o Festival Curta Fantástico (Cinefantasy), o único festival do mundo dedicado aos curtas-metragens fantásticos, ou seja, de horror, ficção científica e fantasia. Em 2008, o Festival Curta Fantástico aconteceu em seis espaços (CCBB, CCSP, bibliotecas Viriato Correa e Roberto Santos, Casa das Rosas e Cinefavela Heliópolis), exibiu mais de 160 filmes dentre brasileiros e estrangeiros e contou com a presença de nomes como Rodrigo Aragão do novo cult nacional “Mangue Negro”, o escritor do universo vampiresco, André Vianco e o premiado animador inglês Robert Morgan do belo curta “Cat with Hands”.

O Festival Curta Fantástico é um evento internacional que em 2009 terá sua 4ª edição contando com Mostra Competitiva de curtas-metragens, sessões especiais com longas e curtas, sessões exclusivas, encontros com diretores, convidados nacionais e internacionais, eventos, palestras, workshops e oficinas.

De 11 de Maio a 04 de Setembro estão abertas as inscrições para a mostra competitiva do 4º Festival Curta Fantástico. O filme deve ter no máximo até 20 minutos de duração e ser obrigatoriamente fantástico. O que é fantástico? Histórias que possuam elementos sobrenaturais, ou seja, que não são reais. Podem ser filmes de horror, ficção científica ou fantasia, amadores ou profissionais, animação ou ficção.

A Mostra Competitiva terá 12 categorias de premiação:
1. Melhor Curta de Horror
2. Melhor Curta de Ficção Científica
3. Melhor Curta de Fantasia
4. Melhor Curta pelo Júri Popular
5. Prêmio Estímulo Estudante
6. Prêmio Estímulo Amador
7. Melhor Direção
8. Melhor Criatura
9. Melhor Maquiagem
10. Melhor Efeito
11. Melhor Trilha Sonora
12. Melhor Roteiro

No mesmo período de 18/05 a 04/09 estão abertas também as inscrições de outra competição do Festival Curta Fantástico, essa um pouco mais tenebrosa. O Desafio Mestre dos Gritos é uma novidade da quarta edição do festival, será uma única sessão onde o curta vencedor será aquele que der o maior susto na platéia. Para participar do Desafio Mestre dos Gritos o curta deve ter no máximo 05 minutos de duração e claro, ser muito assustador.
O Festival Curta Fantástico será de 06 a 15 de novembro no Centro Cultural São Paulo e Centro Cultural Banco do Brasil.

Mais informações, ficha de inscrição e regulamento no site www.curtafantastico.com.br Contato: contato@curtafantastico.com.br

Resumo Informações:

4º Festival Curta Fantástico (Cinefantasy) – Festival Internacional especializado em Cinema Fantástico , ou seja, filmes de horror, ficção-científica e fantasia.
Onde: São Paulo/SP
Quando: 06 a 15 de Novembro
Local: Centro Cultural São Paulo e Centro Cultural Banco do Brasil
Inscrições para a Mostra Competitiva e Desafio Mestre dos Gritos: 18 de Maio a 04 de Setembro.

contato para Imprensa

Organizadores:
Fly Cow Produções Culturais – (11) 4153.3074 – contato@curtafantastico.com.br
Vivi Amaral – (11) 8754.9383 – viviamaral@flycow.com.br
Eduardo Santana – (11) 8111.5255 – eduardo@flycow.com.br

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Laboratório de Estudos em Ficção Científica Audiovisual

1 . Justificativa/Caracterização do Problema
Os estudos de cinema no Brasil estão em franca expansão, paralelamente ao crescimento da demanda por formação na área do audiovisual. O advento do cinema digital e o aumento da demanda por profissionais altamente qualificados no mercado de produção audiovisual, no Brasil e no exterior, influiu diretamente na crítica e na teoria do cinema produzida nos últimos anos. A popularização da tecnologia digital resultou em maior acessibilidade ao meio de expressão audiovisual e levantou uma série de questionamentos nos campos da crítica e dos estudos de cinema, conforme se verifica na obra recente de autores como brasileiros como Fernão Ramos (1998, 2001, 2005) e Arlindo Machado (1994, 1997) e André Parente (1993, 1994), ou estrangeiros como Philippe Dubois (2004), Lev Manovich (2001, 2005) e outros. Por outro lado, diferente de EUA ou Europa, pesquisas focadas na área de interseção entre cinema, arte e tecnologia ainda não atingiram maturidade, especialmente fora do eixo Rio de Janeiro e São Paulo. O objetivo fundamental deste projeto é viabilizar a formação de um grupo de pesquisa, organizado em torno de um laboratório de experimentação audiovisual, voltado para investigações acerca da zona de entroncamento cinema-ciência-tecnologia, manifesta tanto em termos formais e de suporte (analógico, digital, misto, etc., e implicações da tecnologia no estilo ou regime narrativo) quanto de conteúdo (análise da temática e problemática abordada pelo cinema mais atento às transformações científicas e tecnológicas). Nesse sentido, pesquisadores de diversas áreas (Artes, Comunicação, Ciências Exatas, Ciências Biológicas, etc.) devem ser reunidos em um interesse comum: reflexões sobre a zona de convergência por onde trafegam o cinema, ciências e tecnologia, com ênfase num gênero audiovisual especialmente propício a esse fenômeno: a ficção científica.
.
A ficção científica é hoje um gênero multimidiático, com manifestações que extrapolam o campo literário, invadindo os territórios do cinema e audiovisual, música, teatro e games. Sua origem mais moderna está nas obras de autores como Mary Shelley, Jules Verne e H. G. Wells. Sua consolidação enquanto gênero se deu com a proliferação da pulp fiction nos EUA. O chamado boom de filmes de ficção científica dos anos 1950 contribui decisivamente para a popularização do gênero (BAXTER, 1970). A New Hollywood do final dos anos 1970 coloca o cinema de ficção científica definitivamente na primeira linha dos grandes estúdios e entre os maiores sucessos de bilheteria lançados ano a ano. Atualmente, o imaginário ou iconografia de ficção científica está presente não só na literatura ou em produtos de mídia da indústria cultural, mas também na moda e no comportamento, perpassando diversos setores da cultura e cotidiano. Com tudo isso, já há algum tempo o estudo da ficção científica tem se revelado ferramenta esclarecedora para se compreender e analisar o mundo contemporâneo (FIKER, 1985).

Cumpre notar também que o presente projeto visa contribuir significativamente para a densidade da bibliografia nacional em português voltada para os estudos de cinema, ciência e tecnologia em diálogo.

O presente projeto compreenderá duas linhas de pesquisa fundamentais:
1) Máquina-forma. Nesta linha são concentradas as pesquisas e experimentos relativos a aspectos formais da obra audiovisual (ritmo, edição, duração de planos, efeitos visuais e sonoros, etc.) ou de suporte (digital, analógico, misto, híbrido, etc.).
2) Máquina-imaginário. Nesta segunda linha encaixa-se a pesquisa sobre implicações/repercussões éticas e/ou estéticas da ficção científica no cinema internacional, visando a conformação de um corpus teórico especificamente voltado para o gênero no audiovisual.


2 . Objetivos
1) Promover a produção e troca de conhecimento sobre as múltiplas relações entre cinema, arte e tecnologia, contribuindo para o intercâmbio de informações entre pesquisadores e artistas no Brasil e no mundo;
2) Estabelecer um núcleo de pesquisas inédito no país, voltado para a articulação entre o cinema, a ciência e a tecnologia, com escopo que abrange desde aspectos formais/tecnológicos da obra audiovisual, até manifestações de gênero como a ficção científica;
3) Criar vínculos de colaboração com centros de pesquisa dentro e fora do pais (ex.: Center for Latin American Studies, Univ. of Florida, Centre for World Cinemas, Univ. of Leeds);
4) Desenvolver novas metodologias de pesquisa sobre suportes, formas e manifestações de gênero/ (ou manifestações discursivas) no audiovisual;
5) Criar e consolidar um laboratório de experimentação em audiovisual inédito na região;
6) Criar dois sites de divulgação, um para cada linha de pesquisa do projeto (formas e suportes e máquina-imaginário);
7) Estreitar relações de produção acadêmica entre graduação e pós-graduacão na UFJF, integrando o Inst. de Artes e Design à Faculdade de Comunicação e ao Depto. de Ciências da Computação, por exemplo.

3 . Metodologia e Estratégias de Ação
Os objetivos pretendidos serão atingidos por meio da colaboração/cooperação constante entre pesquisadores de diversas áreas, desenvolvendo trabalhos sob perspectiva híbrida (ex.: cinema e física, cinema e biologia). O engajamento de grupos em torno da redação de artigos e papers, da realização experimental em cinema e vídeo e de simpósios e workshops levará naturalmente ao cumprimento dos objetivos.

4 . Resultados e os impactos esperadosNo âmbito do impacto e da produção estão previstos publicações em periódicos científicos nacionais Qualis A como Galáxia, Devires, Quarto Escuro, Ipotesi e Manuscrito, e internacionais como Science Fiction Studies (EUA), Extrapolation (EUA), Film International (RU), Senses of Cinema (AUS) e Science Fiction Film and Television (Univ. of Liverpool, RU). Também estão previstos simpósios, workshops e palestras com convidados internacionais, bem como a organização de um mini-laboratório de experimentação multimídia e a publicação de um site de divulgação. Os workshops serão prioritariamente voltados para treinamento e capacitação de discentes no campo da produção e experimentação em cinema e vídeo digital. Os resultados das pesquisas também serão divulgados sob forma de papers em conferências nacionais e internacionais como o Encontro Anual da SOCINE (Sociedade Brasileira para os Estudos de Cinema e Audiovisual), ABRALIC (Associação Brasileira de Literatura Comparada), COMPÓS, Conferência Anual da Science Fiction Research Association, Film History Association of Australia and New Zealand (FHAANZ) e eventos científicos organizados pelo Centre for World Cinemas da Universidade de Leeds (RU) e pelo Centro de Estudos Latino-Americanos da Universidade da Flórida (EUA), além do Festival Utopiales (França).

BIBLIO

Referências

BAXTER, John. Science Fiction in the Cinema. New York: A.S. Barnes & Co./London: A. Zwemmer Ltd. 1970.
MACHADO, Arlindo. Pré-cinemas & Pós-cinemas. Campinas: Papirus, 1997.
---------------------------. “As Imagens Técnicas: da fotografia à síntese numérica”. Imagens, nº 3, dez 1994, p. 8-14.
MANOVICH, Lev. Language of New Media. Boston: MIT Press, 2001.
----------------------- and KRAKTY, Andreas. Soft Cinema. Boston: MIT Press, 2005.
FIKER, Raul. Ficção Científica: Ficção, Ciência ou uma Épica da Época? Porto Alegre: L&PM, 1985.
PARENTE, André (org.) Imagem-Máquina. Rio de Janeiro, Ed. 34, 1993.
------------------------. “A Imagem Virtual, Auto-Referente”, in Imagens, nº 3, dez 1994, p.15-19.
RAMOS, Fernão. Teoria contemporânea do cinema I e II. São Paulo: Ed. Senac, 2005.
--------------------. “Bazin espectador e a intensidade na circunstância da tomada”. Revista Imagens, nº 8. Campinas: Ed. da Unicamp, mai/ago 1998.
--------------------. "O que é Documentário" in Catani, Afranio (org.). Estudos de Cinema 2000. Porto Alegre, Salina, 2001.

Bibliografia de apoio

ALLEN, L. David. No Mundo da Ficção Científica. São Paulo: Summus, 1976.
ALTMAN, Rick. Film/Genre. London: BFI, 1999.
AURICH, Rolf, JACOBSEN, Wolfgang, JAHTO, Gabriele (eds.). Artificial Humans – Manic machines, controlled bodies. Berlim: Jovis, 2000.
BARTHES, Roland. Image-Music-Text. New York: Hill and Wang, 1978.
BAUDRILLARD,JEAN.SIMULACROS E SIMULAÇÃO.Lisboa.Relógio DÁgua.1991.BERGER, Arthur Asa. Media Analysis Techniques. London: Sage, 1982.
BOCCARA, E. G. Análise semiótica do design. São Paulo, Edição do Autor, 1980.
BRITO, Mário da Silva. Ângulo e Horizonte - de Oswald de Andrade à Ficção-Científica. São Paulo: Martins, 1969.
-----------------------------. Introdução. In: SILVA, Fernando Correia da (org.), Maravilhas da ficção científica. São Paulo: Cultrix, 1958.
BROOKE-ROSE, Christine. A Rethoric of the Unreal: Studies in narrative and structure, especially of the fantastic. Cambridge/London/New York: Cambridge University Press, 1981.
BROSNAN, John. The Primal Screen: A History of Science Fiction Film. London: Orbit, 1991.
CARNEIRO, André. Introdução ao Estudo da “Science Fiction”. São Paulo: Conselho Estadual de Cultura/Comissão de Literatura, 1967.
------------------------. Diário da Nave Perdida. São Paulo: EdArt, 1963.
CARR, Terry. “Realidades superiores ou como escrever ficção científica sem saber muita coisa de ciência”, Isaac Asimov Magazine, nº 13. Rio de Janeiro: Record, pp. 170-178.
CAUSO, Roberto de Sousa. Ficção Científica, Fantasia e Horror no Brasil: 1875 a 1950. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2003.
--------------------------------. “The Frankenstein Continuum” Inédito, cópia cedida pelo autor.
-------------------------------- (org.). Histórias de Ficção Científica. São Paulo: Ática, 2005.
CSICSERY-RONAY JR., Istvan. “The Seven Beauties of Science Fiction. Science Fiction Studies, #70, vol. 23, part 3, Nov/1996. disponível em http://www.depauw.edu/sfs/
CUNHA, Fausto. A Ficção Científica no Brasil: Um planeta quase desabitado. In:
DUBOIS, Philippe. Cinema, Vídeo, Godard. São Paulo: Cosac & Naify, 2004.
ECO, Umberto. Apocalípticos e Integrados. São Paulo: Perspectiva, 2000.
FERREIRA, Rachel Haywood. “The First Wave: Latin American Science Fiction Discovers Its Roots”. Science Fiction Studies #103, vol. 34, part 3, Nov 2007, pp. 432-462.
FERRINI, Franco. Qué es Verdaderamente la Ciência Ficcion. Madrid: Doncel, 1971.
FLUSSER, Vilém. Ensaio sobre a Fotografia. Lisboa: Relógio D’Água, 1998
-----------------------. O Mundo Codificado: Por uma filosofia do Design e da Comunicação. São Paulo: Cosac & Naify, 2007
GINWAY, M. Elizabeth. Ficção Científica Brasileira: Mitos culturais e nacionalidade no país do futuro. Sãp Paulo: Devir, 2005.
-----------------------------. “A Working Model for Analyzing Third World Science Fiction”. Science Fiction Studies, nº 97, vol. 32, parte 3, novembro 2005, p. 467-494.
GODOY OTERO, Léo. Introdução a uma História da Ficção Científica. São Paulo: Lua Nova, 1987.
GRANT, Barry Keith. Film genre reader II. Austin: University of Texas Press, 1995.
HARDY, Phil. The Overlook Film Encyclopedia: Science Fiction. New York: Overlook, 1995, 3ª edição.
HENDERSON, C.J. The Encyclopedia of Science Fiction Movies. New York: Checkmark Books, 2001.
HUGHES, David. The Greatest Sci-Fi Movies Never Made. Chicago: A Cappella, 2001.
KUHN, Annette (ed.). Alien Zone: Cultural Theory and Contemporary Science Fiction Cinema. London/New York: Verso Books, 1990.
---------------------------. Alien Zone II: The Spaces of Science Fiction Cinema. London/New York: Verso Books, 2000.
KUHN. Thomas S. A Estrutura das Revoluções Científicas. São Paulo: Perspectiva, 2003, 7ª edição.
MACEY, David. The Penguin Dictionary of Critical Theory. London: Penguin Books, 2001.
MARTIN-BARBERO, Jesús. Dos Meios às Mediações: Comunicação, cultura e hegemonia. Rio de Janeiro: UFRJ, 2003, 2ª edição.
MCCAFFERY, Larry. Storming the Reality Studio – A casebook of cyberpunk and postmodern fiction. London: Duke Univ. Press, 1991.
MCLUHAN, Marshall. Os Meios de Comunicação como Extensões do Homem. São Paulo: Cultrix, 1964.
METZ,CHRISTIAN.LINGUAGEM E CINEMA.São Paulo.Perspectiva.1980. ________________.SIGNIFICAÇÃO NO CINEMA.São Paulo.Perspectiva.1972.
MOLINA-GAVILÁN, Yolanda, BELL, Andrea, FERNÁNDEZ-DELGADO, Miguel Angel, GINWAY, M. Elizabeth, PESTARINI, Luis e REDONDO, Juan Carlos Toledano. “Chronology of Latin American Science Fiction, 1775-2005”. Science Fiction Studies #103, vol. 34, part 3, Nov 2007, pp. 369-431.
NICHOLLS, Peter (general editor) The Science Fiction Encyclopedia. Garden City: Doubleday & Co., Inc., 1979.
----------------------. Fantastic Cinema: An Illustrated Survey. London: Ebury Press, 1984.
PALLA, Victor. O Que É a “Ficção Científica”? Uma antologia. Coimbra: Ed. Atlântida, 1959.
PIGNATARI, Décio. Informação. Linguagem. Comunicação. São Paulo: Editora Perspectiva, 1970.-------------------------. Semiótica e literatura. São Paulo: Editora Perspectiva, 1974.POHL, Frederik. “The Study of Science Fiction: A Modest Proposal”. Science Fiction Studies, #71, vol. 24, part 1, Mar/1997, disponível em http://www.depauw.edu/sfs/
RICKMAN, Gregg (ed.). The Science Fiction Film Reader. New York: Limelight Editions, 2004.
ROBERTS, Adam. Science Fiction. London: Routledge, 2000.
RUSS, Joana. “Towards na Aesthetic of Science Fiction”. Science Fiction Studies, #6, vol. 2, part 2, Jul/1975, disponível em http://www.depauw.edu/sfs/
SANZ, José (ed.). FC Simpósio. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Cinema, 1969.
SCHETINO, Paulo. Diálogos sobre a tecnologia no cinema brasileiro. São Paulo: Ateliê Editorial, 2007.
SCHOEREDER, Gilberto. Ficção Científica. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1986.
SEARLES, Baird. Films of Science Fiction and Fantasy. New York: AFI Press/Harry N. Abrams, Inc., 1988.
SHELLEY, Mary. Frankenstein. Porto Alegre: L&PM, 2001.
SICLIER, J. e LABARTHE, A. S. Cinema e Ficção Científica. Lisboa: Editorial Áster, [s.d.].
SKORUPA, Francisco Alberto. Viagem às Letras do Futuro - Extratos de bordo da ficção científica brasileira: 1947-1975. Curitiba: Aos Quatro Ventos, 2002.
SONTAG, Susan. “A imaginação da catástrofe”. In: Contra a Interpretação. Porto Alegre: L&PM, 1987.
STAM, Robert. Introdução à teoria do cinema. Campinas, Papirus, 2003.
STABLEFORD, Brian. Marriage of Science and Fiction. In: HOLDSTOCK, Robert (ed.), Encyclopedia of Science Fiction. London: Octopus, 1978, p. 18-27.
SUBIRATIS, Eduardo. Vanguarda, Mídia, Metrópoles. São Paulo: Studio Nobel, 1993.
SUPPIA, Alfredo. “Screened Panic: cinema fantástico ou de ficção científica e o pânico do vídeo – os casos Videodrome, Akumulator 1 e O Chamado. In: FABRIS, Mariarosaria, GARCIA, Wilton e CATANI, Afrânio M. (orgs.). Estudos de Cinema Socine Ano VI. São Paulo: Nojosa, 2005, pp. 69-77.
---------------------. “O estranho caso do livro que inspirou uma infinidade de filmes: breve análise de O Médico e o Monstro no cinema. Argumento. Ano VII, n. 14, maio 2006, pp. 137-149.
SUVIN, Darko. Metamorphoses of Science Fiction. New Haven/London: Yale University Press, 1980.
TODOROV, Tzvetan. Os gêneros do discurso. São Paulo: Martins Fontes, 1980.
TUDOR, Andrew. Teorias do cinema. Lisboa: Edições 70, [s.d.].
VANOYE, Francis e GOLIOT-LÉTÉ. Ensaio sobre a Análise Fílmica. Campinas: Papirus, 1994.
VÁRIOS. “Ficção científica: o discurso da era tecnológica”. Revista de Cultura Vozes, ano 66, vol. 66, jun/jul. 1972, nº 5.
VEIGA, José J. A Máquina Extraviada: Contos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1974, 2ª ed.
WARRICK, Patricia. The Cybernetic Imagination in Science Fiction. Cambridge: MIT Press, 1980.
WILLIAMS, Raymond. “Science Fiction”. Science Fiction Studies, #46, vol. 15, part 3, Nov/1998, disponível em http://www.depauw.edu/sfs/
WOLLEN, Peter. Signos e significação no cinema. Lisboa, Horizonte, 1979.
XAVIER, Ismail. O Discurso Cinematográfico: A Opacidade e a Transparência. São Paulo: Paz e Terra, 2005, 3ª edição.